domingo, agosto 05, 2012

de de Por:
Taa, meu filho parece que é apressado só nas "piores" coisas dos bebes.
Sei que essa crise é importante e demonstra que o tão desejado vinculo entre mae e bebe foi criado com sucesso, e põe sucesso nisso! rs
Mas se é pra ser apressado nas crises porque nao no amadurecimento do sono? Ou na independência motora?
Enfim, nao sei. Só sei que ele é assim e mesmo assim o amo.
E tem como nao amar? NAO.

O Pietro Ainda tem apenas 7 meses, mas parece que a " angustia da separação" já chegou por aqui... Ele me quer a todo momento, custe o que custar, nada mais importa, se joga, chora quando saio do seu campo de visão,  me chama com as mãos. Fico me achando, mas as vezes cansa. rs
No meu caso fica meio difícil saber se a crise afetou o sono do Pietro, porque o sono dele nunca foi lá essas coisas entao, sera que da pra piorar?
Nao sei, veremos nas proximas noites, ou semanas... Ou sabe-se lá quanto tempo. Tratando-se de Pietro, nao sei oq esperar, rsrs

Entao pesquisando mais um pouco sobre essa famosa crise, achei esse texto bem interessante. Entao, fica a dica... Vc vai passar por isso!
haha


Angustia da separação:
Os nove meses de gestação se passaram, o parto já aconteceu e um novo membro está presente na família. Os primeiros meses transcorrem com cada dia sendo uma nova descoberta, principalmente na relação entre a mamãe e seu bebê.
Com o passar dos meses cria-se um vínculo emocional, e a criança percebe sua mãe fazendo parte dela, como se a figura materna fosse sua continuidade. Podemos dizer que ambas constituem uma só unidade.
Estudos mostram que no intermédio do primeiro e o quinto mês de idade, a relação apresenta-se através da simbiose, ou seja, destacando o desenvolvimento emocional, em que a criança está unida à mãe em uma matriz única e indistinta – uma completando a outra: suprema perfeição. A mãe reconhece à distância o choro de seu bebê, seja este de fome, frio, ou necessidade de trocar a fralda. Ao passo que o bebê reconhece todas as características de sua mãe.
Por volta dos cinco meses, tem início um processo pelo qual a criança começa a perceber, não só o mundo que a rodeia, mas também as pessoas e seus próprios limites corporais. Como exemplo, que mãe já Onão sorriu ao ver o esforço de seu bebê, tentando alcançar o pezinho, ou explorando os brinquedos em volta do berço? Ele está estreitando contato com o meio ambiente. Toda e qualquer mudança faz parte do desenvolvimento. Por essa razão, foi necessário percorrermos juntos a retrospectiva acima, para alcançarmos a fase em que ocorre o processo de separação e individuação. Essa fase é marcada por uma extrema angústia de separação, na qual a criança passa a fim de obter sua identidade.
Aos oito meses, os bebês começam a engatinhar adquirindo progressivamente as habilidades necessárias para separar-se fisicamente de sua mãe. Mas emocionalmente, a angústia aumenta provocando algumas reações no bebê, que podem percorrer desde a falta de apetite até a dificuldade em dormir.
Esses obstáculos que o bebê apresenta ao sentir-se sozinho mesmo que sua mãe esteja por perto, recebe como explicação, que este ainda não conseguiu reter a imagem da figura materna internamente, ocasionando angústia ao perceber que esta se afastou. Pois nessa fase, o que sai do campo de visão da criança é entendido como tendo desaparecido.
A brincadeira de achar e esconder, utilizando uma fralda, serve de exemplo. Ao cobrir o rosto do bebê, seu campo de visão fica limitado, e este acredita que a pessoa que está brincando com ele, sumiu. Porém, ao retirarmos a fralda, como num passe de mágica, a pessoa volta a existir e ele sorri.Com a maturação, o bebê obtém a constância objetal emocional, e assim pode recorrer a imagem gravada internamente de sua mãe. Um recurso muito utilizado é eleger um objeto que represente o elo da relação mamãe e bebê, com o objetivo de proporcionar à criança o sentimento de segurança., mesmo estando longe da mãe.
Por fim, este artigo percorreu algumas fases, tentando ilustrar passagens que deixam sem respostas algumas mães. Se pensarmos que no início, o bebê imaginava-se uno com sua genitora e depois percebe-se sendo alguém diferente dela. A angústia provocada por essa sensação emite sintomas. E é normal a manha, o entristecer, a agitação ou a falta de apetite e dificuldade para dormir, fatores que trazem tanta preocupação aos pais.
E ninguém melhor do que você mamãe, para saber o que seu bebê necessita nas horas de sono, alimentação, higiene, lazer entre outras coisas.Luciana Lopez Fescher
Psicóloga Clínica



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