segunda-feira, maio 13, 2013

de de Por:
'Quando a gente se imagina mãe, vê as coisas de uma forma muito generalizada, só conseguimos imaginar o que vemos de outras mães, ou o que outras mães nos contam; mas não conseguimos imaginar a maternidade de fato. Como ela realmente é... Cheia de altos e baixos, momentos bons, outros nem tão bons assim, momentos de desespero e emoção total, rimos e choramos. Maternar é de fato uma metamorfose, é uma descoberta nova a cada dia, uma descoberta de sentimentos, de ações...
E sendo assim não conseguirei descrever aqui como a maternidade consegue me completar, e como me sinto podendo viver a maternidade, como ela é... É um misto de sentimentos que, juntos, formam um único, um completo, tão completo que me dá a sensação de dever cumprido. Posso morrer hoje que de fato vivi o amor, vivi o extremo, VIVI. Mas, pensando bem, quero viver mais um pouco, quero viver, intensamente, sorrir, chorar, caminhar junto. Junto dele, que me fez entender toda essa dimensão, esse mundo novo, do qual não sabemos nada e ao mesmo tempo, sabemos tudo. Descobrimos tudo de uma forma tão natural que é coisa que nasce com a gente, e, como disse não conseguiria explicar nem se eu quisesse. E eu queria.
É tão intenso que pensamos: Amor é pouco para descrever isso, mas não, amor é a palavra ... O que acontece é que estamos praticamente banalizando a palavra amor, dizemos isso sem pensar na dimensão e na força que esta palavra carrega junto de si, é algo que só deveríamos dizer quando tivéssemos certeza do sentimento, da intensidade, da força. 
O sentimento que vem de dentro, lá do fundo, o mais puro, sincero, verdadeiro, o que mais se aproxima do amor que Deus tem por nós, é o amor de mãe! 

Te amo, meu filho. Obrigada por me escolher sua mãe e me permitir viver tudo isso, junto de você. Meu AMOR.
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