segunda-feira, julho 22, 2013

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Oiii meninas, mais uma semana começou e estamos aqui novamente!

O que fazemos quando o bebê fica doente? Cuidamos com todo amor do mundo, ligamos para o pediatra desesperadas contando os sintomas e imploramos para Deus que não seja nada grave. É coisa de mãe, toda mãe é assim principalmente as de primeira viagem que não sabem direito o que fazer e ligam para o pediatra até quando o bebê chora demais (sim, eu já fiz isso).
Mas, mais que isso, nosso coração treme, junto com o resto do corpo, ficamos tristes, desoladas e achamos que é culpa nossa, procuramos insensantemente onde foi que erramos e porque o bebê ficou doente, o que poderíamos ter feito melhor, o que podemos fazer para melhorar mais rápido. Sabemos que remédio funciona mas nada como um amor de mãe pra fazer a dor de seu filho amenizar, não é mesmo?
Hoje eu quero fazer esse desabafo sobre nossa culpa em relação as doenças que afetam os bebês e que acabam com a gente física e psicologicamente, ficamos desoladas e nada nos faz ficar melhor a não ser que nosso bebê melhore logo. Nosso filho, nosso amor, nossa razão, nosso tudo de bom!

A culpa anda sempre com a gente, em qualquer fator, mas quando eles ficam doentes ela se multiplica e nós ficamos assim tão perdidas, aaaaah God!

Quando o Pietro tinha 4 meses ele pegou uma bronquiolite das bravas, que, por pouco não virou pneumonia, imaginem como eu fiquei? DESOLADA.
Mas, antes da gente descobrir que era a tal da bronquiolite (que eu nunca tinha ouvido falar até então.) achamos que fosse uma gripe comum, como qualquer outro bebê tem, mais cedo ou mais tarde. O Pediatra do Pietro não atende as sextas-feiras e coincidentemente foi justo na sexta feira que ele começou com os sintomas, o que fazer então? Fomos à farmácia e conversamos com o farmacêutico, liguei pra minha cunhada que disse que outro dia minha sobrinha tinha os mesmos sintomas e que o pediatra (que é o mesmo) tinha receitado remédio A e remédio B, logo dissemos ao farmacêutico que eram esses mesmos que a gente queria.
Demos o remédio e esperamos passar, e esperamos, e esperamos... mas não passava, piorava, piorava de novo, e mais ... a tosse era seca mas muito forte, ele ficava rouco de tanto tossir, não respirava por causa do nariz congestionado, não conseguia balcuciar nada pois estava rouco, e mal conseguia mamar (logo o Pietro que até hoje mama feito um recém nascido) não consigo explicar em palavras o meu desespero e como é ruim se sentir tão inútil quando se fala da vida do SEU FILHO.
Esperamos chegar a segunda-feira e fomos ao pediatra dele pra explicar o acontecido. aliviados, pois ele sempre sabe o que fazer. E por isso, por sempre saber o que fazer, que ele me deu a PIOR bronca da minha vida, por ter ido a farmácia antes de ir a emergência.
Examinou meu filho, ouviu seu coração e disse que ele estava com dificuldades para respirar, o pulmão estava muito cheio e que eu não devia ter dado remédio nenhum antes de conversar com o médico (que tipo de mãe faz isso, sabendo dos riscos da auto-medicação? a mãedemerda aqui fez) e que meu filho estava DOENTE e precisava ser tratado. fizemos raioX, e mais uma penca de exames que ele pediu. Pietro finalmente foi medicado corretamente e foi melhorando gradativamente, aos poucos voltou a respirar, o que estava tapando seu pulmão foi sendo liberado aos poucos e foi saindo, e isso me deixou tão feliz, mas tão feliz.
A culpa foi enorme, me senti a pior mãe do mundo, vcs viram o tanto que besteiras que eu fiz em poucos dias, e meu filho ficou doente, muito doente.
Depois de alguns dias voltamos ao pediatra para ver o progresso e a notícia foi ótima porque ele disse que o pior já havia passado e que agora era só esperar.

Aprendi a lição, nunca fiz isso novamente e graças a DEUS meu filho nunca mais ficou doente. Claro que apareceram resfriados por causa do tempo e essas outras coisas que acontecem e sempre com o apoio do pediatra, SEMPRE.
Acredito que isso seja lições que aprendemos no dia-a-dia de mãe, e a gente não sabe sempre o que fazer, as vezes somos negligentes, mas nunca propositalmente, nos sentimos péssimas, ficamos arrazadas, e desejamos a doença para nós e não para eles.  Mas temos que por a cabeça no lugar e agir com consciencia, confiar no pediatra do nosso filho, pois nunca sabemos quando nosso filho pode ficar mal e nessas horas precisamos de um profissional que seja de nossa confiança pra quando isso acontecer, se trata da vida de nossos filhos e isso é o mais importante.

Deixo aqui meu relato de mãe desesperada, e culpada pela doença que seu filho teve há quase 14 meses atrás, mas que nunca deixou se me assombrar a cada tosse, ou espirro do Pietro.
Fiquei mal, muito mal. ele então, nem se fala.
Mas superamos e hoje seguimos bem, graças a Deus que nunca mais deixou essa doença chegar perto do meu bebê.

(Desculpem o texto enorme, mamães, mas precisava falar pra vocês)

E ele é a razão da minha vida.



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